Marley and Me



Wednesday, November 30, 2005

More Dumb Dog Photos


A lot of people have been sending me photos of their dogs. I'm a sucker for these things and never get tired of them. This one came in from Debbie of metro Philly and is of her Welsh terrier and "bad dog" Jilly. Ya gotta love those shades. I originally wondered how Jilly was able to sit there and resist digging into the plate of food -- until Debbie told me the burger in front of her was ceramic. That would have made no difference to Marley, who would have gobbled it down nonetheless, and then eaten the sunglasses for dessert. Burp!

posted by John Grogan at 4:44 PM

14 Comments:
Blogger Debbie S. said...

John - My bad - the email was unclear. Jilly is my Welsh terrier. Buckwheat the wheaten is sadly in that celestial dog park. And the only reason the burger remains intact is.....it's ceramic. Not that that would have stopped Marley, I'm guessing.

6:13 AM  
Blogger marcia s said...

What a great job you did explaining life with labs! After our 15 year old collie, Joby, died 6 years ago, I never felt another dog would tug the heartstrings...until we adopted Kyra, a Marley look alike. SHe's given us a few "moments" in her almost 6 years, but not so many that we actually adopted a "sibling" for her. Now, Molly, age 2 1/2 is SO like your Marley (except for the color!)...she DOES know how to get out of the crate if all the locks are not inplace...Thank you so much for the laughter, and yes, the tears. You certainly captured the experience to a "t"

3:44 PM  
Blogger arlo said...

I just finished reading your book. I cried through the last 9 chapters. Sometimes so much, I had to stop and dry/rather blot the tears and go on. So many memories flooded my heart of dogs now gone from my life, but, a very important one still in my life. I wish you could know her: Lady, a little lab setter, now in the winter season of her life, as Marley was: hips give out, down goes her rear, but she struggles up and onward. When she started to be disobedient to my voice, I finally realized and did as you did with the noises, that she was deaf. No longer to hear my voice or the sound of birds. I cried at her loss. She barks when she can't find me now, and I go and pet her head assuring her with touch that I am near by. She is 14, and soon, I will have those last chapters in her life. Thank you for your love story, for that is what it truly is. If I were to write a book about Lady it would be: "The Lady of the House" and her wild antics as a pup. You have said it all about labs. My eyes still hurt from the tears.
Arlo Johnson

9:20 PM  
Blogger camilasmps said...

Hi John.
My name is Camila, I live in Brazil and don't speak English... XD
I'm work hard with help of Babelfish translator to communicate with you... Sorry eventual errors.

Today I finish ready "Marley and me" (Marley & eu, in portuguese). I cried with the end of history. But I laugh very during history!

My husband gave the book to me as Christmas present. I love it!

I have 23 years old. I lost some dogs and I know as he was painful. My worse loss was has 2 years, when I lost my precious Shinykin. A beautiful cat, so loyal, courageous, cute and crazy, like Marley. She cares me during the most difficult phase of a human: the adolescence.

In case that you it knows somebody that knows Portuguese, aks to translate correctly.

7:01 PM  
Blogger camilasmps said...

Olá John!
Meu nome é Camila, sou brasileira e não sei falar inglês! XD
Tentei usar o Babelfish para traduzir, mas deve ter ficado uma droga, então, se tiver alguém que saiba português (deve existir algum brasileiro perto de você, nunca vi como tem brasileiro nos EUA), peça para traduzir este texto corretamente. Espero que meu texto errado tenha trazido boas risadas!

Terminei hoje de ler o livro "Marley & eu". Chorei muito no final da história. Poxa, você tinha que contar que acontecia aquilo? Mas também ri muito enquanto li o livro. Ele não era o pior cão do mundo, ele era o melhor.

Meu marido me deu o livro como presente de Natal. Eu amei!

Eu tenho 23 anos e nessa minha breve vida, já perdi alguns cães. Sei o quanto isto é doloroso.

Minha pior perda aconteceu 2 anos atrás, quando perdi minha querida Shinykin. Ela era uma gatinha siamesa linda, leal, corjosa, fofa, doida, muito louca, mandona, e tudo que uma gata pode ser. Mas o que a torna especial foi que ela cuidou de mim durante a pior fase na vida de uma pessoa: a adolescência.

Você disse a verdade no livro, que as pessoas tendem a "melhorar" seu animais de estimação quando eles morrem. Bom, posso ficar horas aqui falando o quanto a Shinykin era anti-social, mandona, curiosa, encrequeira, entre outros, mas o que vou sempre me lembrar é como ela cuidou de mim. Ainda não sei o que os animais tem, que percebem a mínima emoção no ambiente, mas as vezes eu chegava em casa triste, ia pro meu quarto chorar e ela ia me consolar. E só saía de perto de mim quando eu me sentia melhor.

Ela sempre dormia comigo, me mordia quando eu rolava em cima dela de noite, nunca roubou nada da pia e odiava ficar sozinha. Até que aprendeu a abrir as portas dos quartos, para poder entrar quando bem quisesse.

Só vi meu pai chorando 2 vezes: uma em 1999, quando meu irmão mais velho morreu. Outra em 2005, quando a Shinykin decidiu que seu dever aqui em nossa casa havia sido cumprido.

Mas ela, sentindo que a gente ia não conseguiria viver totalmente sem a presença dela, deixou pra gente um pedacinho dela: uma filhotinha idêntica, tão mandona, chata, boba, anti-social, encrenqueira quanto a mãe. Mas também tão doce, leal, corajosa e amiga, quanto a mesma.

Seu livro me fez chorar muito, por remexer em lembranças que eu jpa tinha enterrado. Principalmente as últimas semanas da Kin (como a gente a chamava carinhosamente), nas indas e vindas do veterinário, até que ele disse:
- Não podemos fazer mais nada. O câncer voltou e ela é muito velha para uma nova cirurgia.
Ela tinha 10 anos e 1 ano e meio antes teve que tirar todas as maminhas, por causa do câncer. Agora ele tinha voltado. O veterinário continuou:
- O único jeito é sacrificar para ela não sofrer.
Eu não tive coragem. Ela tinha feito tanto por mim, como eu ia deixar tirar a vidinha dela? Eu queria tanto salvar ela... Então o veterinário, percebendo minha angústia, sugeriu:
- Leve ela pra casa, com medicamentos que irão tirar a dor que ela sente.
Levei ela pra casa e dias depois, ela se foi.
Queria ter tirado mais fotos. Queria ter passado mais tempo com ela. Queria ter brincado mais com ela. Mas não deu.

Desculpe o desabafo, mas seu livro me fez vir todas essas lembranças. Como você compartilhou as suas sobre o Marley comigo, quis compartilhar as minhas sobre a Shinykin com você.

Se um dia for escrever sobre gatos, comece avisando: jamais dê anti-concepcionais pros seus amados bichanos. Castre-os.

Foi isso que deu câncer na minha Kin. Foi isso que a matou. Mas a gente não sabia. Espero que ela tenha me perdoado.

7:25 PM  
Blogger Carol Doganian said...

Ola John.
Meu nome é Carolina e assim como a Camila,sou brasileira e também não sei escrever em Inglês,mas tb espero que alguém próximo a você possa traduzir minha mensagem.
Quando passava pela porta de uma livraria no centor de São Paulo, vi na capa um cachorro labrador estampado na parte de "os livris mais vendidos da semana".Sinceramente nem sabia do que se tratava o livro,mas só de ver um cachorro na capa, tive que para e entrara na livraria para ler o resumo do livro.Após ter lido me interessei muito e resolvi compra-lo para entender o porque seria o pior cão do mundo,afinal labradores,são animais conhecidos pela sua delicadeza, amizade, calma,como alguém poderia dizer que ele um labrado caramelo seria o pior cão do mundo.
Comecei a ler o livro assim que cheguei em casa,mas claro antes me deliciava com as fotos do Marley que estão publicados no livro.
Posso dizer que senti todas as sensações que uma pessoa poderia sentir apenas lendo um livro que fala da vida de um cão que acaba de chegar a uma familia de recém casados.Quando você descreve o dia que ele chegou a sua casa, que vc teve que faze-lo dormir ao seu lado com o braço pendurado para dentro da caixa aonde ele dormia, me fez lembrar dos meus pequenos (hoje) grandes cachorros quando chegaram aqui em casa.Das madrugadas acordando com seus choros e gemidos, dos trimiliques deles enquanto dormiam(eu achando que estavam com problemas de vermes e eram aperas sonhos),porque sim, animais também sonham e isso fui aprender com o 1° dia de minha amanda Luna em casa.
Chorei com ador de Jenny ao perder seu primeiro e tão esperado filho mas também me senti confortada quando você descrevia o carinho de Marley quando ela chegou em casa, entendendo que ela não estava bem e que algo havia acontecido.
Ri em todas as aventuras do danado Marley contadas no livro e ria tanto que em casa vinham me perguntar o que me fazia divertir desta forma e por muitas vezes, aparecia na sala com o livro na mão, lendo para todos em voz alta as aventuras deste cão que me fazia lembrar exatamente as peripécias de meus cachorros.
Sofri muito quando Jenny em sua depressão pós parto disse que não o queria mais em casa e que era paara você arranjar um outro lugar para ele morar, pensei "meu Deus...eu jamais teria coragem de abandonar meus cachorros que para mim são como filhos" e ao mesmo tempo torci para que você conseguisse adestra-lo e que ele se comporte melhor para que Jenny mudasse de idéia e também chorei muito ao saber que o pequeno Marley ja havia morrido.Na verdade quando estava no capitulo em que você conta que ele não aguentava mais subir a colina e que ele estava ficando velho, fui até a pagina final aonde fala do autor e li que você continua morando na Pensilvânia e que agora você tinha uma labradora chamada Gracie,imaginei que ele ja havia falecido.Os capítulos seguintes me fizeram chorar muito,chorar de soluçar como se eu estivesse sentindo a dor do Marley por não poder fazer as coisas que sempre gostou de fazer e a dor de vocês por ver que o "MELHOR" amigo da família estava indo embora.A cada página que lia e a cada lágrima que rolava pelo meu rosto, abraçava com força meus cachorros (minha Rotweiller Luna e meu vira lata mistura de Rotweiller com Dog Alemão Huracán) e dizia a eles que eu os amo e que vou ama-los pelo resto de minha vida, estando eles comigo ou não.Senti muito medo de perde-los apesar de saber qua um dia isso irá acontecer quer queira quer não.A decisão de que Marley dormisse foi a mais acertada pq o amor vai além do limite de querer que esse ser fique a nosso lado,você acabar com seu sofrimento é uma prova de amor maior ainda e com certeza ele é grato a você para sempre.
Em tantos momentos de tristeza ao final do livro ri ao ler que você e Jenny falaram para as crianças que agora Marley estava no céu dos cães, prque foi exatamente isso que minha mãe me falou quando minha primeira cachorra morreu eu tinha 7 anos e até hoje eu acredito que ela esta lá, linda e olhando por nós.
Quero te dizer como uma pessoa APAIXONADA por cães que me apaixonei pelo seu livro e principalmente por Marley mesmo sem conhecê-lo, porque ele mostrou como se comporta um cão tratado com amor,com carinho e que ele sempre devolve todos esses sentimentos em doses gigantescas e que até mesmo as trapalhadas que eles cometem,são forma de expressar seus sentimentos.Eles extravazam seus sentimentos como querendo dizer o quanto eles nos amam e nos querem bem.
Obrigada por nos porporcionar um momento de leitura delicioso e por nos permitir conhecer um ser tão iluminado e querido como Marley,por tenho certeza de que todos aqueles que leram o livro de alguma forma se apaixonaram não só pelo amado Marley,mas também pela familia de vocês.
Beijos

7:21 AM  
Blogger Ka & Thór said...

Olá John!! Meu nome é Karina, sou brasileira e terminei de ler o livro exatamente neste momento, as 00:23. Nem é preciso dizer que pude rir de várias situações em que Marley o colocou, e fiquei a imaginar se fosse comigo e com meu cão, o Thór...e ele que já aprontou várias, desde destruir colções e entrar literalmente dentro dele, dar sustos nas pessoas pulando nelas pelas costas quando passavam por ele, "comer sapatos", entre outras...
Mas o que mais me emocionou foi sobre a velhice de Marley, não vou negar que realmente chorei!
Meu Thór é um bullterrier de 04 anos que convive maravilhosamente bem com 06 gato(apesar do mau humor deles),tem um grande entusiasmo pela vida, adora as caminhadas diárias,é quase um atleta...
Mas e quando ele ficar velho como Marley, como irei encarar??
Ler o seu livro me fez lembrar que, eles não duram toda a nossa vida e o que podemos fazer é dar todo o amor que eles merecem e aproveitá-los ao máximo, como você e sua família fizeram.
Agradeço a você por ter escrito esse livro maravilhoso e principalmente á Marley, por ter atuado maravilhosamente em sua vida!!

6:48 PM  
Blogger amanda said...

Hello John,
Como fico feliz em poder comentar aqui..
Bom eu sou brasileira como Camila ..heheh...e assim como ela ainda não sei o Inglês..Mais adoraria dizer o quanto o livro Marley & Eu me deixou emocionada.
Tenho 16 anos e vivo aqui em São Paulo.
Nós todos aqui em casa amamos animais...em especial cachorros..
Tinhamos cinco cachorros mais infelizmente perdemos um deles a algumas semanas atrás..
Ele morreu com a mesma idade de Marley e foi muito triste..ele foi meu primeiro cachorro e foi duro saber que nao ouviria mais os passos dele pela casa ou mesmo suas tosses que pareciam nunca terminar...
Mesmo sobrando mais quatro cachorros em casa ..no dia de sua morte a casa ficou num silencio total..os outros cachorros pareciam saber da perda e simplesmente nem latiram aquele dia..
O motivo de sua morte foi uma doença no coração...o coração de Tufique ficou tão grande que ele nao aguentou mais de tanto sofrimento..e acabou morrendo enquanto eu estava no curso...
semanas depois de sua morte,no curso o professor pediu para lermos um livro para apresentar para ele..revirei a casa inteira atras de um livro bem legal..
de repente vi Marley e Eu em cima da estante no quarto de minha mãe..
Ela ganhou de presente o livro da minha irma mais velha..
Decidi ler o livro ..e em dois dias devorei ele todinho!rs
Quando uma historia é boa nao se pode parar de ler nem um segundo..hehe
Nossa como me emocionei com essa bela historia...Marley que cachorro mais inteligente e doce,porem muito levado..que ama viver intensamente...e foram 12 anos muito bem vividos por ele ...Com os melhores donos do mundo!
Chorei muito com o final...mais tambem dei altas gargalhadas ...
Quando terminei de ler o livro parecia que ja conhecia a familia Grogan a muitos anos...Adorei o modo como vcs vivem a alegria e a união entre familia...
O lugar em que vc descreveu no livro..onde vcs moram é o exatamente igual ao lugar que um dia eu quero viver...
Voce John tem muita sorte de ter uma familia tao linda!
Queria parabeniza-lo pelo belo livro..pela bela historia de vida e todos os seus pontos de vista com relação ao homem e a seu melhor amigo o cão...
Muito Obrigada ...Agora tenho um fila de pessoas querendo o livro emprestado..vou repassar sua historia com muito orgulho aos meus colegas...
Um grande abraço de Amanda Para toda a familia Grogan...
Marley sera lembrado por todos agora...



Sei que você não tem tempo para isso mais adoraria receber uma resposta sua ao comentario,
qualquer coisa deixo aqui meu
e-mail: mandy_moura15@hotmail.com

Grande Beijo

5:10 PM  
Blogger Ana Rafaela said...

É incrivel como existem pessoas que não entendem a devoção que temos por esses seres tão fantásticos e leais.
Meu nome é Ana Rafaela e moro em Recife, Pernambuco, Brasil. Tenho 22 anos, dos quais 11 foram e ainda são compartilhados com Nick, meu poodle cinza e mandão. Engraçado como me identifiquei com este livro... nunca tinha conseguido expor de maneira bastante clara para as pessoas que questionavam minha fascinação com animais o quanto meu amor por eles é incondicional!
Enquanto muitas pessoas buscam seus sonhos, eu posso dizer que o meu maior sonho já o realizei a 11 anos atrás. Nick foi a minha realização como pessoa. Por mais que no futuro eu venha a ter outros cães, Nick nunca será substituído.
Chorei de soluçar quando li sobre os avanços da idade de Marley e de seu falecimento... me coloquei nessa situação daqui a alguns tempos e sei como vou sofrer quando perder o maior amor que já tive na vida. Não gosto nem de imaginar isso.
Meus parabéns John! O mundo precisa de mais seres humanos como você e sua família; que sabem respeitar e, principalmente, amar esses seres vivos que Deus colocou na Terra para viverem em harmonia conosco.
Tiro meu chapéu para você!
E Marley, definitivamente, está no céu dos cães, provavelmente, junto com vários outros amiguinhos nossos queridos, correndo atrás do rabo e sendo alegre e cativante como ele sempre foi em vida!

Ana Rafaela
(aninharprocha@hotmail.com)

8:12 PM  
Blogger Gi said...

Hello John =)

Como muitas pessoas que postaram, eu também sou brasileira e li seu livro. Primeiramente é um sucesso aqui no BRASIL, vejo nas livrarias, em sites, em todos os lugares! Parabéns por sua obra, ela tocou meu coração como nenhum outro livro havia feito! Eu amei demais a história...

Ganhei o livro da minha amiga, no meu aniversário. Devorei o livro em poucos dias, eu não conseguia parar de ler sobre MARLEY ... um cachorro lindo, inteligente, que foi meu amigo durante os dias de leitura!

Tenho um cachorrinho chamado Lucky, eh da mesma cor de Marley. Mas é um "street dog" ..ahahuahu... misturado com poodle.. tem 2 anos e eu o amo muito... nao posso nem pensar em perdê-lo... ficaria muito triste..... chorei demais com a perda de Marley.. chorei tanto q nao conseguia nem acabar de ler!!!!! Hoje ao chegar no trabalho, estava com os olhos inchados como se varias abelhas tivessem picado !

No fim do livro, vi que voces hoje tem uma cachorrinha, percebi que nao ficaram com o Lucky do anuncio do jornal...rs....

Espero que voce e sua família continuem sempre sendo esse exemplo de felicidade.

Parabens John!

11:00 AM  
Blogger Paula said...

Hello John. My name is Paula, I’ve 14 years old and I’m a Brazilian and I don’t speak English very well. I loved your book, your story and your manner to write about Marley and your family. While I read it, look me that I was to be entering in your life, what I think be very interesting. I already lost two female dogs: one with 10 years old, that was nearly my sister, because it arrived in my house before I born, and the other with two years, that arrived in my house one year before my “sister” be sacrificed because of a problem in its backbone. I know that you received thousands of letters and will receive others thousands, but I would like that you knew this is the first time that I send a message for a writer, because I always think that wasn’t worth, because they receive thousands of messages, but you (and Marley) affected me so much that I think that write now don’t will be in vain. My dogs never were as naughty as Marley, but they ever were as loving and loyal as it. In this moment I have two female dogs “Fila” and to every dog that I have I learned new things. I know that I’m very young, but in my experiences with these adorable animals enrich very much my life and I want that you know that when I become older, I planed remember of Marley and its family and so buy a hurricane “Labrador” to cheer my life. Thanks for the attention, and congratulations for the life, the family and the dog that never will be forgotten, neither for you nor for me. And finally, thanks to divided your beautiful story with us.

6:02 PM  
Blogger leezel said...

Hi John!!
My name is Livia, and i'm brazilian!
Just wanted to say that i never cried like i did at the end of your book.
I really enjoyed reading it and i wish i had met marleyy! He was everything i wished my dog was...
Although she loveeeees my aunt, i still love her!And i know i will cry like i cried for marley.
But well, just wanted you to know that you have a looooot of fans here in brazil, and i am one of them!! Congratulations for the book :)

2:27 PM  
Blogger Francisco said...

besides the history is about a dog, the history made me remember my cat named Julie, she lived 6 years with us and she died 2 years ago she had cancer because of the pills for her not to get pregnant. I loved the history and almost cried at the end because he died.
Sorry if what I wrote is wrong, it's because i live in Brazil and don't understand very much of English.

3:57 PM  
Blogger Cláudia Banegas said...

Hi! My name is Claudia and I'm from Brazil. I'm reading your book and it's fascinating! I'd love it! I had a teckel once, Jake. But he's not here anymore. Now, we have "Théo". I'd like to send you a photo, but I don't know your email. Please, I'd be happy to send you his picture...there's lots of things to say about our dogs...things that we never forget. It's forever... a big hug, from Brazil.

4:55 PM  

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